quarta-feira, 13 de junho de 2012

Homenagem a Jorge







" Na vida só vale o amor e a amizade. O resto é tudo pinóia, é tudo presunção, não paga a pena..." Jorge Amado

Jorge e Caetano

Jorge Amado praticamente conquistou o mundo com seus livros: teve obras suas traduzidas para diversas línguas, transformadas em filmes, novelas, minisséries e se tornaram famosas em vários países. Jorge Amado tornou-se ídolo, um mito literário. Em seus livros, Jorge colocou seus amores, suas ideologias, sua fé e suas homenagens a capital baiana ao descrever com detalhes cada uma de suas grandes atrações. Por exemplo, ele sempre foi admirador da cultura negra e esse tema é muito visto em seus livros. Através de seus livros, Jorge espalhou seus ideais de igualdade e de justiça social, resultado de seu trabalho com o partido comunista. Não é exagero dizer: Jorge Amado foi o inventor do Brasil moderno.
Assim como ele, Caetano em muita de suas canções menciona explicitamente a sua cidade, nas outras são as referências à Bahia pouco escondida e temas que despertam a baianidade, ser alegre, ou seja, sentir-se bem, satisfeito, expressar esse prazer de viver e também ser capaz de contagiar os outros com um estado do espírito animado, otimista, o "jeito baiano". Mas não era só isso, surge também a crítica social, da pobreza ou da sujeira de Salvador. Dessa maneira ele ajuda a completar a imagem da Bahia que não permanece intata e sedutora mas torna-se verdadeira.
Enfim, cada um com sua forma de trabalho demonstrava a paixão pela sua cidade, não deixando de lado todos os seus problemas e as dificuldades enfrentadas pelo nosso povo. Com a juda do mapa foi possível determinar pontos por onde eses dois grandes atistas deixaram seus rastros de homenagens e de admiração, ou simplesmente lugares por onde guardam uma boa lembrança de suas vidas. Suas músicas, seus textos, poemas que tratam com tanto carinho essa cidade são demostrados em alguns dos marcadores do mapa.
Caetano Veloso com Jorge na casa do Rio Vermelho, Salvador, 1985.

sábado, 2 de junho de 2012

quarta-feira, 30 de maio de 2012


Jorge Amado
Avô, mesmo que a gente morra, é melhor morrer de repetição na mão, brigando com o coronel, que morrer em cima da terra, debaixo de relho, sem reagir. Mesmo que seja pra morrer nós deve dividir essas terras, tomar elas para gente. Mesmo que seja um dia só que a gente tenha elas, paga a pena de morrer".
(Os Subterrâneos da Liberdade - Agonia da Noite)

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